Sumário
ToggleDados das exportações de carne de frango em 2025
Em 2025, as exportações brasileiras de carne de frango atingiram um total de 5,324 milhões de toneladas, marcando um crescimento de 0,6% em relação ao ano anterior, estabelecendo assim um novo recorde histórico para o setor. Esta informação foi divulgada pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em um comunicado na terça-feira, dia 6 de janeiro de 2026. O crescimento acontece em um ano que foi desafiador devido ao primeiro caso registrado de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil, o que gerou preocupações sobre o desempenho do setor avícola nacional.
Os números positivos foram impulsionados, em grande parte, pelos embarques que ocorreram no mês de dezembro, totalizando 510,8 mil toneladas de carne de frango. Este volume representa um aumento significativo de 13,9% em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Ricardo Santin, presidente da ABPA, enfatizou a resiliência do setor, destacando que, apesar dos desafios enfrentados, os resultados foram alcançados através do controle eficiente da doença, que não resultou em novos surtos em granjas comerciais após o foco inicial no Rio Grande do Sul em maio.
A receita total gerada pelas exportações de carne de frango em 2025 foi de US$ 9,790 bilhões. No entanto, essa cifra representa uma queda de 1,4% em relação ao ano anterior, o que indica que, apesar do aumento em volume, o valor das exportações sofreu uma redução. Esse fenômeno pode ser atribuído a fatores como as flutuações nos preços internacionais e a dinâmica das relações comerciais do Brasil com seus principais parceiros de exportação.
Os principais destinos das exportações de carne de frango do Brasil em 2025 foram os Emirados Árabes Unidos, que importaram 479,9 mil toneladas, apresentando um crescimento de 5,5% em relação a 2024. O Japão ficou em segundo lugar, com importações de 402,9 mil toneladas, embora tenha registrado uma leve queda de 0,9% no volume importado. A Arábia Saudita, por sua vez, importou 397,2 mil toneladas, aumentando suas compras em 7,1%. Outros mercados relevantes incluíram a África do Sul, com 336 mil toneladas (crescimento de 3,3%) e as Filipinas, que importaram 264,2 mil toneladas, apresentando um aumento significativo de 12,5%.
Vale ressaltar que a China, um dos principais importadores de carne de frango brasileira, embargou as importações durante grande parte de 2025 devido ao surto de gripe aviária, o que resultou em uma diminuição da sua participação como destino das exportações brasileiras. No entanto, o embargo foi removido, e a ABPA observou um restabelecimento gradual dos embarques para o mercado chinês, que já importou 21,2 mil toneladas em um curto espaço de tempo após o fim do embargo.
Além disso, a União Europeia também apresentou um desempenho positivo nas importações, com um aumento de 52% nos volumes exportados em dezembro em comparação ao ano anterior. Essa recuperação nos embarques indica uma tendência otimista para o futuro das exportações brasileiras de carne de frango, com Santin prevendo um cenário positivo para 2026, dado o restabelecimento dos mercados e a recuperação da confiança dos consumidores.
A resiliência do setor avícola brasileiro é um dos pontos mais destacados pelas autoridades do setor. O controle eficaz da gripe aviária foi fundamental para evitar novos surtos e garantir a segurança alimentar, o que ajudou a restaurar a confiança entre os parceiros comerciais. A expectativa é que, com a normalização das relações comerciais e a recuperação das exportações, o Brasil possa continuar a se consolidar como um dos líderes mundiais na produção e exportação de carne de frango.
O ano de 2025, portanto, pode ser visto como um marco de superação para o setor avícola brasileiro, que, mesmo diante de desafios significativos, conseguiu aumentar suas exportações e diversificar seus mercados. A combinação de estratégias eficazes de controle sanitário e a busca por novos parceiros comerciais foram essenciais para alcançar esses resultados, mesmo em um cenário global incerto.
Em conclusão, os dados das exportações de carne de frango em 2025 refletem não apenas o crescimento em volume, mas também a capacidade do Brasil de se adaptar e superar adversidades. A ABPA e suas lideranças continuam a trabalhar para garantir que o setor permaneça competitivo no mercado global, com a expectativa de que os desafios enfrentados em 2025 sirvam como aprendizado para construções futuras sustentáveis e resilientes.
Desempenho por Países Importadores
Os Emirados Árabes Unidos lideraram as importações, evidenciando a importância do mercado do Oriente Médio para a carne de frango brasileira. O crescimento de 5,5% nas importações por parte desse país é um indicativo de que as relações comerciais foram fortalecidas, mesmo em um cenário de desafios globais. Este aumento pode ser atribuído a campanhas de marketing eficazes e a um foco na qualidade e segurança do produto brasileiro.
O Japão, embora tenha demonstrado uma leve queda nas importações, continua a ser um mercado relevante para o Brasil. A estabilidade nas relações comerciais com o Japão é crucial para garantir um fluxo contínuo de exportações, e as autoridades brasileiras estão atentas a oportunidades de expandir ainda mais sua participação neste mercado.
A Arábia Saudita, com um aumento considerável nas importações, sinaliza a crescente demanda por proteína animal na região. O crescimento de 7,1% nas compras de carne de frango brasileira pode ser atribuído ao aumento da população e à busca por fontes de proteína de alta qualidade. Este mercado, portanto, representa um potencial significativo para o crescimento futuro das exportações brasileiras.
As Filipinas, com um aumento de 12,5%, também se destacam como um mercado promissor para o Brasil. A crescente demanda por carne de frango nas Filipinas pode ser impulsionada por fatores econômicos e sociais, o que representa uma oportunidade de expansão para os exportadores brasileiros.
Impacto da Gripe Aviária
O surto de gripe aviária em 2025 representou um desafio significativo para a avicultura brasileira, levando ao controle rigoroso das granjas e à implementação de práticas sanitárias mais rígidas. A forma como o Brasil gerenciou a situação é um exemplo de resiliência e eficiência na administração de crises sanitárias. O foco inicial no Rio Grande do Sul e a rápida resposta das autoridades ajudaram a conter a disseminação da doença.
A remoção do embargo por parte da China e o restabelecimento das exportações para outros mercados evidenciam a eficácia das medidas adotadas. O fato de que nenhuma nova ocorrência foi reportada nas granjas comerciais desde a superação do foco inicial é um testemunho da capacidade do setor em se adaptar e se recuperar rapidamente.
O aprendizado obtido com a crise da gripe aviária poderá ser utilizado para fortalecer ainda mais as medidas de biosegurança no futuro, assegurando que o Brasil continue a ser um fornecedor confiável de carne de frango no mercado global.
Impacto da gripe aviária nas exportações
Em 2025, as exportações brasileiras de carne de frango alcançaram um total de 5,324 milhões de toneladas, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior. Este crescimento foi registrado em um ano que ficou marcado pela ocorrência do primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial, conforme anunciado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Esse fato é significativo, pois ilustra a resiliência do setor avícola brasileiro frente a um desafio sanitário de grande magnitude.
O impacto inicial da gripe aviária foi notável. O primeiro caso confirmado ocorreu em maio de 2025, no Rio Grande do Sul, e a reação imediata foi a imposição de embargos sanitários em diversos mercados que tradicionalmente importam carne de frango do Brasil. Contudo, a capacidade de controle da doença e a rápida resposta das autoridades sanitárias foram cruciais para mitigar danos maiores à indústria. A ABPA relatou que, apesar do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade em aves comerciais, não houve novos surtos registrados nas granjas, permitindo uma normalização das exportações.
O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou que a superação deste desafio sanitário foi um indicativo da força e resiliência do setor. Em dezembro, as exportações de carne de frango totalizaram 510,8 mil toneladas, representando um aumento de 13,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esses números sugerem que o setor não apenas se recuperou rapidamente, como também conseguiu aumentar sua participação no mercado internacional, mesmo diante de obstáculos significativos.
A receita total das exportações em 2025 atingiu a marca de US$ 9,790 bilhões, uma queda de 1,4% em comparação ao ano anterior. Essa diminuição na receita pode ser atribuída, em parte, ao embargo imposto pela China, um dos principais destinos de carne de frango brasileira, que restringiu as importações em função da gripe aviária. A China, que até então era a líder nas importações, perdeu essa posição no ranking, mas o embargo foi removido, permitindo que os embarques fossem retomados.
Dentre os principais destinos das exportações de carne de frango em 2025, os Emirados Árabes Unidos figuraram como o maior importador, com a aquisição de 479,9 mil toneladas, um crescimento de 5,5% em relação a 2024. O Japão e a Arábia Saudita também se destacaram, com importações de 402,9 mil toneladas e 397,2 mil toneladas, respectivamente. A África do Sul e as Filipinas completaram a lista dos cinco principais destinos, com aumentos nas importações de 3,3% e 12,5%.
O impacto da gripe aviária, portanto, não foi suficiente para deter a trajetória de crescimento do setor de carne de frango no Brasil; ao contrário, a rápida recuperação após a crise sanitária e a reabertura dos mercados refletem um cenário positivo para o futuro. Santin observou que o restabelecimento dos embarques à União Europeia, que registraram um aumento de 52% em dezembro, e a recente importação de 21,2 mil toneladas pela China são indicadores promissores que sinalizam uma continuidade do crescimento para 2026.
A capacidade do Brasil em controlar surtos de gripe aviária e restaurar a confiança entre os parceiros comerciais foi fundamental para evitar uma crise maior no setor avícola. A evolução dos números de exportação, mesmo após a ocorrência do primeiro caso da doença, testemunha a eficácia das estratégias de manejo e controle implementadas pelas autoridades e pelos produtores. Assim, a indústria avícola brasileira demonstrou não apenas sua resiliência, mas também sua importância estratégica para a economia nacional.
Além disso, a resposta rápida a surtos de doenças avícolas, como a gripe aviária, é crucial para manter a competitividade do Brasil no mercado internacional. A capacidade de mitigar os impactos de crises sanitárias não só protege a saúde pública e animal, mas também garante a estabilidade econômica do setor, que é um dos pilares das exportações agrícolas do país. À medida que o Brasil avança na recuperação de seus mercados, a expectativa é que os desafios futuros sejam enfrentados com a mesma determinação que caracterizou a resposta a este primeiro caso de gripe aviária.
Em suma, o panorama das exportações de carne de frango do Brasil em 2025 é um testemunho da resiliência e adaptabilidade do setor. Com a remoção dos embargos e a recuperação das relações comerciais, o Brasil parece estar no caminho certo para consolidar sua posição como um dos principais exportadores de carne de frango do mundo, mesmo diante das adversidades impostas pela gripe aviária.
Principais destinos das exportações brasileiras
As exportações de carne de frango do Brasil em 2025 apresentaram um desempenho notável, alcançando 5,324 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 0,6% em relação ao ano anterior. Esse aumento é significativo, especialmente considerando que ocorreu em um ano que enfrentou o desafio da gripe aviária em granjas comerciais do país. Esse cenário foi relatado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) em um comunicado recente, onde também se destacou que a resiliência do setor foi um fator crucial para superar as adversidades enfrentadas.
O mês de dezembro foi particularmente produtivo, com embarques totalizando 510,8 mil toneladas de carne de frango, o que representa um aumento de 13,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Essa recuperação nos volumes exportados foi possível devido ao controle exitoso do foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade, que, embora tenha impactado o setor no início do ano, não resultou em novos surtos em granjas comerciais. O presidente da ABPA, Ricardo Santin, enfatizou a superação desse desafio, o que permitiu a retomada de mercados que tinham imposto embargos sanitários.
No que diz respeito aos principais destinos das exportações brasileiras de carne de frango, os Emirados Árabes Unidos se destacaram como o principal importador em 2025, recebendo 479,9 mil toneladas, um aumento de 5,5% em relação ao ano anterior. Essa demanda crescente dos Emirados reflete a confiança no produto brasileiro e o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países. O Japão, que ocupou a segunda posição, importou 402,9 mil toneladas, registrando uma leve queda de 0,9% em comparação a 2024. A Arábia Saudita também se destacou, importando 397,2 mil toneladas, o que representa um crescimento de 7,1%.
A África do Sul e as Filipinas seguiram como importantes mercados para a carne de frango brasileira. A África do Sul importou 336 mil toneladas, um aumento de 3,3%, enquanto as Filipinas mostraram um crescimento expressivo de 12,5%, totalizando 264,2 mil toneladas importadas. Esses números indicam uma diversificação nos mercados que absorvem a carne de frango brasileira, o que é essencial para a segurança e estabilidade das exportações do setor.
Embora a China tenha sido um dos principais importadores de carne de frango do Brasil em anos anteriores, em 2025, a nação asiática perdeu essa posição de liderança. O embargo imposto pela China, devido ao foco de gripe aviária, afetou significativamente as importações durante grande parte do ano. No entanto, com a remoção do embargo, já foi possível observar sinais de recuperação, com a China importando 21,2 mil toneladas em um curto espaço de tempo após o restabelecimento das relações comerciais. Essa mudança é vista como um indicativo positivo para o futuro das exportações brasileiras, especialmente com o aumento da demanda por produtos avícolas.
O panorama das exportações de carne de frango do Brasil também é incentivado pela recuperação nas vendas para a União Europeia, que registrou um aumento de 52% nos volumes exportados em dezembro, demonstrando a capacidade do Brasil de reestabelecer sua presença em mercados que foram impactados por restrições sanitárias. Esse crescimento nas exportações para mercados relevantes é um fator que projeta um cenário otimista para o setor em 2026, conforme mencionado por Santin em sua análise sobre os resultados.
A receita total gerada pelas exportações de carne de frango em 2025 foi de US$ 9,790 bilhões, apresentando uma leve queda de 1,4% em relação a 2024. Essa diminuição na receita é um reflexo das flutuações de preço e da dinâmica do mercado global, mas não é necessariamente indicador de uma queda na competitividade do produto brasileiro. O fato de que, apesar das dificuldades, o volume de exportações se manteve estável, demonstra a força e a resiliência do setor avícola brasileiro diante de desafios externos.
Os dados sobre as exportações de carne de frango do Brasil são essenciais não apenas para compreender a dinâmica do comércio internacional, mas também para analisar como o setor se adapta a desafios sanitários e econômicos. A capacidade de manter volumes consistentes de exportação em meio a crises é um indicativo da robustez da indústria avícola brasileira. A evolução dos principais destinos, junto com a recuperação de mercados anteriormente afetados por embargos, destaca a importância do Brasil como um ator crucial no mercado global de proteínas.
A continuidade do crescimento nas exportações e o retorno da China como um dos principais destinos para a carne de frango brasileira são fatores a serem monitorados nos próximos anos. O setor avícola, que já demonstrou resiliência em 2025, pode se beneficiar ainda mais com a diversificação de seus mercados e a adaptação às exigências sanitárias internacionais. A expectativa é que essas tendências sejam mantidas, contribuindo para um futuro promissor para as exportações de carne de frango do Brasil.
Expectativas para o futuro das exportações
As expectativas para o futuro das exportações de carne de frango do Brasil em 2026 estão fundamentadas em resultados recentes que indicam uma resiliência notável do setor, mesmo diante de desafios significativos. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reportou que as exportações em 2025 totalizaram 5,324 milhões de toneladas, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior, estabelecendo um novo recorde. Esse resultado é especialmente impressionante considerando que o ano foi marcado pelo primeiro caso de gripe aviária em granjas comerciais no país, um evento que, se não controlado, poderia ter impactos severos nas exportações e na reputação do Brasil como fornecedor de carne de frango no mercado internacional.
O desempenho das exportações em dezembro de 2025, que somaram 510,8 mil toneladas, representa um avanço de 13,9% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Este crescimento é um indicativo claro da capacidade do setor em se adaptar e superar adversidades. Ricardo Santin, presidente da ABPA, destacou que, apesar das dificuldades enfrentadas, o setor demonstrou resiliência e conseguiu controlar a situação, evitando novos surtos da doença e permitindo a retomada dos mercados que haviam imposto restrições sanitárias.
A receita total das exportações de carne de frango em 2025 alcançou US$ 9,790 bilhões, o que representa uma queda de 1,4% em relação a 2024. Embora essa diminuição na receita possa parecer preocupante à primeira vista, é importante contextualizar este dado com os desafios enfrentados ao longo do ano, incluindo os embargos impostos pela China, um dos principais mercados para a carne brasileira. A recuperação das exportações para a China, que havia embargado a carne de frango brasileira devido ao surto de gripe aviária, é um sinal positivo que pode ter um impacto significativo nas receitas futuras.
Os Emirados Árabes Unidos mantiveram-se como o principal destino das exportações brasileiras de carne de frango em 2025, com importações de 479,9 mil toneladas, o que representa um aumento de 5,5% em relação ao ano anterior. Outros mercados importantes incluem o Japão, que importou 402,9 mil toneladas, a Arábia Saudita com 397,2 mil toneladas, a África do Sul com 336 mil toneladas e as Filipinas, que importaram 264,2 mil toneladas, registrando um crescimento de 12,5%. Essas informações indicam que, apesar da perda temporária de mercado na China, o Brasil foi capaz de diversificar seus destinos de exportação e aumentar suas vendas em outras regiões.
A remoção do embargo chinês é um fator crítico que pode contribuir para a manutenção de um cenário positivo nas exportações de carne de frango em 2026. Santin afirmou que o restabelecimento total dos embarques, especialmente para mercados que apresentaram crescimento significativo, como a União Europeia, que teve uma alta de 52% nos volumes exportados em dezembro, é um reflexo da recuperação do setor. Com a China retomando as importações, é esperado que a competitividade do Brasil no mercado internacional se fortaleça ainda mais.
As projeções para 2026 sugerem que o Brasil pode continuar a aumentar sua participação no mercado global de carne de frango, especialmente se conseguir manter o controle sobre a saúde animal e garantir que os padrões sanitários sejam atendidos. A habilidade do país em se adaptar rapidamente a novas circunstâncias, como a remoção de embargos e a resposta a surtos de doenças, será fundamental para sustentar o crescimento das exportações. Os números recentes são um forte indicativo de que o Brasil está bem posicionado para não apenas manter, mas potencialmente expandir suas exportações de carne de frango nos próximos anos.
Além disso, a diversificação das rotas de exportação e a construção de relações comerciais mais robustas com países que tradicionalmente importam carne de frango brasileira serão cruciais. A ABPA deve continuar a trabalhar em estreita colaboração com os exportadores e o governo para garantir que as barreiras comerciais sejam superadas e que o Brasil possa capitalizar sobre sua posição de liderança na produção de carne de frango.
Em conclusão, as expectativas para o futuro das exportações de carne de frango do Brasil são otimistas, sustentadas por um desempenho sólido em 2025 e pela capacidade do setor de superar desafios significativos. Com a continuação do controle sobre a saúde animal e a recuperação dos mercados previamente afetados, o Brasil pode se preparar para um ano de crescimento e sucesso nas exportações em 2026. O cenário atual e as projeções para o futuro indicam que o setor avícola brasileiro está em um caminho ascendente, pronto para enfrentar novos desafios e aproveitar oportunidades no mercado global.
Cenário Internacional e Desafios
O cenário internacional para as exportações de carne de frango do Brasil está se tornando cada vez mais competitivo. Países como Estados Unidos, União Europeia e Tailândia também são grandes produtores e exportadores, o que significa que o Brasil precisa não só manter a qualidade de seus produtos, mas também ser ágil na adaptação a novas regulamentações e exigências de mercado. A capacidade de atender a padrões de qualidade e segurança alimentar é crucial para garantir o acesso a mercados exigentes.
Além disso, a sustentabilidade das práticas de produção avícola será um fator determinante na preferência dos consumidores por carne de frango. O aumento da consciência ambiental e a demanda por produtos sustentáveis podem influenciar as decisões de compra, e os exportadores brasileiros precisarão se adaptar a essas preferências.
Os desafios geopolíticos também podem impactar o comércio internacional de carne de frango. Sanções comerciais, mudanças nas políticas comerciais e a instabilidade econômica em certos mercados podem afetar a capacidade do Brasil de manter seus níveis de exportação. Portanto, o monitoramento contínuo das condições do mercado e a adaptação às mudanças serão essenciais.

















