Sumário
ToggleRanking dos melhores hospitais do SUS
A saúde pública no Brasil é um tema que desperta interesse e preocupação em toda a população, e a qualidade dos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é frequentemente avaliada por meio de rankings e estudos que buscam classificar as instituições de saúde. O mais recente levantamento, realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), revelou que Goiás ocupa a segunda posição no ranking nacional dos 100 melhores hospitais públicos do SUS. Este estudo, divulgado em 5 de janeiro de 2026, destaca a excelência de 10 hospitais goianos, que se destacam em um cenário onde São Paulo lidera com 30 unidades na lista.
O desempenho de Goiás no ranking é visto como um reflexo das políticas de regionalização da saúde implementadas pelo governo estadual, que têm como objetivo melhorar o acesso e a qualidade do atendimento à população. O governador Ronaldo Caiado enfatizou a importância das equipes de saúde e da gestão hospitalar para o reconhecimento alcançado. Em sua declaração, ele ressaltou que a conquista é resultado do trabalho diário dos profissionais de saúde e do uso responsável dos recursos públicos pela Secretaria de Estado da Saúde.
O secretário de Estado da Saúde, Rasivel Santos, também comentou sobre a importância dessa classificação, ressaltando que o sucesso é fruto de ações voltadas para a eficiência e a resposta às demandas regionais. Ele destacou o comprometimento do governador e da equipe da Secretaria da Saúde em garantir que os cidadãos goianos tenham acesso a serviços de saúde de qualidade. Essa mensagem é crucial em um momento em que a população busca cada vez mais informações sobre a qualidade dos serviços de saúde disponíveis.
Os critérios utilizados para compor o ranking dos melhores hospitais do SUS foram rigorosos e técnicos. Entre os fatores considerados estão a acreditação hospitalar, a taxa de ocupação, a mortalidade e a oferta de suporte intensivo. A inclusão de Goiás entre os destaques do estudo reforça a importância de investimentos em infraestrutura e em capacitação de profissionais da saúde, que são fundamentais para elevar os padrões de atendimento.
Além de Goiás e São Paulo, o ranking também inclui hospitais de outros estados, como Pará, Santa Catarina, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Tocantins, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Essa diversidade geográfica na lista evidencia que a busca pela excelência na saúde pública não se limita a regiões específicas, mas é um esforço coletivo que envolve diferentes partes do Brasil.
Nos últimos sete anos, Goiás tem se esforçado para consolidar sua posição no ranking nacional, com um forte investimento na expansão da rede própria de hospitais. Atualmente, o estado conta com 25 hospitais sob gestão estadual e seis policlínicas. O volume total de investimentos destinados à saúde pública, conforme relatado, alcançou R$ 29,9 bilhões, com um crescimento significativo do orçamento da saúde. Entre os anos de 2019 e 2025, os recursos aplicados aumentaram de R$ 2,6 bilhões para cerca de R$ 5,7 bilhões, demonstrando um compromisso contínuo com a melhoria dos serviços de saúde.
Em 2022, Goiás destinou 15,08% de suas receitas à saúde, um índice que supera o mínimo constitucional de 12%. Essa alocação de recursos é fundamental para garantir a manutenção e a melhoria dos serviços oferecidos, especialmente em um sistema que atende uma população tão diversificada como a brasileira. O aumento no número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é outro indicativo do avanço na infraestrutura de saúde do estado; o número de leitos aumentou de 267 para 848, permitindo uma resposta mais eficaz às demandas de saúde emergenciais.
Historicamente, a oferta de terapia intensiva em Goiás estava concentrada nas cidades de Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia. No entanto, com a expansão da rede hospitalar, esse atendimento passou a alcançar 24 municípios, ampliando significativamente o acesso da população a serviços de saúde de alta complexidade. Essa expansão é uma resposta direta à necessidade crescente de serviços de saúde qualificados, especialmente em tempos de crise.
O reconhecimento trazido pelo ranking dos melhores hospitais do SUS não apenas eleva a imagem do estado, mas também serve como um estímulo para que as gestões municipais e estaduais continuem a investir e a buscar melhorias na área da saúde. A transparência e a eficiência na gestão dos recursos públicos são aspectos que devem ser continuamente aprimorados para que os hospitais possam atender cada vez melhor a população.
Em síntese, a posição de Goiás no ranking dos melhores hospitais do SUS é um reflexo do compromisso do governo estadual com a saúde pública, da dedicação dos profissionais de saúde e da necessidade de investimentos contínuos em infraestrutura e capacitação. À medida que o estado avança em direção à excelência na saúde, a expectativa é de que mais unidades sejam reconhecidas por seus serviços de qualidade, beneficiando ainda mais a população goiana.
Critérios de Avaliação do Ranking
O ranking dos melhores hospitais do SUS é fundamentado em uma série de critérios técnicos que avaliam a qualidade e a eficiência dos serviços de saúde. Os critérios incluem a acreditação hospitalar, que assegura que os hospitais atendem a padrões estabelecidos de qualidade; a taxa de ocupação, que reflete a demanda e a capacidade de atendimento; a mortalidade, que indica a eficácia dos tratamentos realizados; e a oferta de suporte intensivo, essencial para atender casos críticos. Esses elementos são fundamentais para a avaliação da performance dos hospitais e, consequentemente, para a classificação no ranking.
Impacto dos Investimentos na Saúde
Os investimentos significativos em saúde pública em Goiás, que totalizam R$ 29,9 bilhões nos últimos sete anos, têm um impacto direto na qualidade do atendimento. O aumento do orçamento, que passou de R$ 2,6 bilhões em 2019 para cerca de R$ 5,7 bilhões em 2025, possibilitou a expansão da rede hospitalar e a melhoria dos serviços oferecidos. A destinação de 15,08% das receitas à saúde também demonstra um compromisso sólido com a manutenção e ampliação dos serviços, refletindo na satisfação da população e na eficiência dos atendimentos.
Fatores que contribuíram para o sucesso de Goiás
Goiás alcançou uma posição de destaque no cenário nacional da saúde pública ao emplacar 10 hospitais entre os 100 melhores do Sistema Único de Saúde (SUS). Este feito, consolidado em 2026, é atribuído a uma série de fatores que contribuíram significativamente para a excelência dos serviços de saúde no estado. O ranking, elaborado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), coloca Goiás em segundo lugar, atrás apenas de São Paulo, que lidera com 30 hospitais na lista.
Um dos principais fatores que contribuíram para o sucesso de Goiás na área da saúde é a política de regionalização adotada pelo governo estadual. Essa abordagem visa descentralizar os serviços de saúde, garantindo que as unidades hospitalares estejam mais próximas da população, o que facilita o acesso e melhora a eficiência no atendimento. O governador Ronaldo Caiado destacou a importância dessa política, enfatizando que a regionalização é essencial para atender as demandas específicas de cada região do estado.
Além da regionalização, o governo de Goiás investiu fortemente no reforço do atendimento público e gratuito. A gestão dos hospitais foi otimizada, refletindo em uma melhoria contínua na qualidade dos serviços prestados. O secretário de Estado da Saúde, Rasivel Santos, frisou que o reconhecimento recebido pelo estado é fruto de um esforço conjunto que inclui o comprometimento do governador e da equipe da Secretaria da Saúde. Essa dedicação é visível na implementação de ações voltadas para a eficiência, que respondem diretamente às necessidades da população.
O reconhecimento no ranking é também resultado do uso responsável dos recursos públicos, conforme mencionado pelo governador Caiado. A gestão eficiente contribuiu para que Goiás conseguisse não apenas expandir a rede de saúde, mas também melhorar a qualidade dos serviços oferecidos. O estado tem se comprometido a destinar uma parte significativa de suas receitas para a saúde, superando o mínimo constitucional exigido. No ano anterior, por exemplo, Goiás destinou 15,08% de suas receitas para a saúde, um percentual consideravelmente superior ao mínimo de 12% estabelecido pela legislação.
Outro aspecto que merece destaque é a consolidação da rede hospitalar em Goiás nos últimos sete anos. O estado passou a contar com 25 hospitais sob gestão estadual, além de seis policlínicas. Esse aumento na infraestrutura de saúde é um reflexo do volume expressivo de investimentos realizados, que atingiram R$ 29,9 bilhões durante esse período. O crescimento do orçamento destinado à saúde, que saltou de R$ 2,6 bilhões em 2019 para cerca de R$ 5,7 bilhões em 2025, demonstra um compromisso sólido com a melhoria dos serviços.
Com a expansão da rede hospitalar, o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) também aumentou significativamente, passando de 267 para 848 leitos. Essa ampliação é crucial, especialmente considerando que o atendimento intensivo deve ser acessível a uma maior parte da população. Anteriormente, a oferta de terapia intensiva estava concentrada em Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, mas agora alcança 24 municípios, garantindo que mais cidadãos tenham acesso ao atendimento necessário em situações críticas.
Os critérios utilizados no ranking dos melhores hospitais do SUS incluem aspectos técnicos como acreditação hospitalar, taxa de ocupação, mortalidade e a oferta de suporte intensivo. A inclusão dos hospitais goianos entre os melhores do país é um reflexo do comprometimento com a qualidade e a eficiência do atendimento. A colaboração de várias instituições, como o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), também contribuiu para a elaboração deste estudo, validando a posição de Goiás no ranking.
A presença de Goiás entre os melhores hospitais do SUS não é apenas um motivo de orgulho, mas também um indicativo de que as políticas públicas implementadas estão gerando resultados positivos. O governo estadual continuará a trabalhar para garantir que a população goiana tenha acesso a serviços de saúde de qualidade, focando na ampliação do acesso e na qualificação dos serviços prestados. Essa trajetória de sucesso deve ser mantida, com investimentos contínuos e uma gestão comprometida com a saúde do cidadão.
As ações empreendidas pelo governo de Goiás são um exemplo de como a dedicação e o planejamento estratégico podem transformar a saúde pública. O estado serve como referência para outras regiões que buscam melhorar seus serviços de saúde e atender de forma eficaz as necessidades da população. A continuidade desses esforços é essencial para garantir que Goiás mantenha sua posição de destaque no cenário nacional e continue a oferecer serviços de saúde de excelência.
Critérios utilizados no levantamento
O levantamento que resultou na classificação de Goiás como o estado com 10 hospitais entre os 100 melhores do Sistema Único de Saúde (SUS) se baseia em critérios técnicos rigorosos e bem definidos. Realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em colaboração com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o estudo visa garantir que a avaliação dos hospitais seja justa e abrangente, refletindo a realidade da prestação de serviços de saúde pública no Brasil.
Entre os critérios utilizados, a acreditação hospitalar se destaca como um dos principais. Este critério avalia se os hospitais atendem a normas e padrões estabelecidos por entidades reconhecidas, assegurando que as unidades estejam em conformidade com as melhores práticas de gestão e atendimento. A acreditação é um indicativo de qualidade que ajuda a garantir que os pacientes recebam cuidados adequados e seguros.
Outro fator crucial considerado na avaliação é a taxa de ocupação dos hospitais. Esse indicador mede a capacidade de atendimento das unidades de saúde e é vital para entender como os recursos estão sendo utilizados. Uma alta taxa de ocupação pode sinalizar uma demanda crescente por serviços de saúde, enquanto uma taxa muito baixa pode indicar subutilização ou problemas na gestão do hospital.
A mortalidade hospitalar também foi um critério determinante no levantamento. Este indicador reflete a eficácia dos tratamentos oferecidos e a qualidade do atendimento na unidade. Um índice de mortalidade baixo é um sinal de que os hospitais estão proporcionando cuidados de saúde eficientes e eficazes, resultando em melhores desfechos para os pacientes.
Além disso, a oferta de suporte intensivo, que inclui a disponibilidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), foi levada em consideração. A presença de UTIs adequadamente equipadas e com profissionais capacitados é fundamental para o tratamento de pacientes em estado crítico, e sua oferta é um reflexo da capacidade do hospital em lidar com casos mais complexos.
A combinação desses critérios técnicos permite uma análise aprofundada e objetiva dos hospitais, garantindo que apenas as unidades que realmente se destacam em termos de qualidade e eficiência sejam reconhecidas. O estudo contou ainda com a colaboração de instituições respeitadas como o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o que adiciona uma camada adicional de credibilidade ao levantamento.
A importância do ranking vai além do reconhecimento, servindo também como um incentivo para que os hospitais se esforcem continuamente para melhorar a qualidade dos serviços prestados. A presença de Goiás na lista dos melhores hospitais do SUS é um reflexo das políticas públicas implementadas nos últimos anos, que visam à regionalização da saúde e ao fortalecimento do atendimento público.
O governo de Goiás atribui essa conquista ao comprometimento de sua gestão na área da saúde, enfatizando que os investimentos realizados e a expansão da rede hospitalar são fundamentais para garantir acesso a serviços de qualidade para toda a população. Nos últimos sete anos, o estado investiu cerca de R$ 29,9 bilhões na saúde, com um crescimento significativo do orçamento destinado à área, passando de R$ 2,6 bilhões em 2019 para cerca de R$ 5,7 bilhões em 2025.
Além disso, a ampliação da rede hospitalar goiana, que passou de 17 para 25 unidades, e a abertura de seis policlínicas, demonstram o esforço do estado em aumentar a capacidade de atendimento. O aumento do número de leitos de UTI, que saltou de 267 para 848, é um exemplo claro do compromisso em melhorar a infraestrutura de saúde e atender uma demanda crescente, que agora alcança 24 municípios, ampliando o alcance da terapia intensiva.
Em resumo, os critérios utilizados no levantamento dos 100 melhores hospitais do SUS são essenciais para garantir uma avaliação precisa e confiável das unidades de saúde. A combinação de acreditação, taxa de ocupação, mortalidade e oferta de suporte intensivo fornece uma visão abrangente da qualidade dos serviços prestados. O reconhecimento de Goiás como um dos estados com os melhores hospitais é um reflexo de políticas públicas eficazes e de um compromisso contínuo em oferecer saúde de qualidade para todos.
Expansão da rede hospitalar em Goiás
A expansão da rede hospitalar em Goiás é um reflexo das políticas públicas implementadas nos últimos anos, que visam não apenas aumentar a quantidade de serviços disponíveis, mas também melhorar a qualidade do atendimento prestado à população. Em janeiro de 2026, o estado alcançou uma marca significativa ao figurar como o segundo colocado no ranking nacional dos 100 melhores hospitais públicos do Sistema Único de Saúde (SUS), conforme levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross) em colaboração com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). Esse resultado é um indicativo da eficiência e do comprometimento das equipes de saúde e da gestão pública no estado, que se dedicam a oferecer um atendimento de qualidade.
Atualmente, 10 hospitais goianos estão entre os melhores do Brasil, ficando atrás apenas de São Paulo, que lidera a lista com 30 unidades. O governador Ronaldo Caiado destacou a importância dos profissionais de saúde e da gestão responsável dos recursos públicos, ressaltando que o reconhecimento é fruto do trabalho diário das equipes. A política de regionalização da saúde, implementada pelo estado, tem sido um fator crucial para esse desempenho, ao garantir que os serviços de saúde sejam mais acessíveis e adequados às necessidades da população.
O secretário de Estado da Saúde, Rasivel Santos, também enfatizou que o resultado alcançado é uma consequência direta de ações focadas na eficiência e na resposta às demandas regionais. Ele ressaltou que o comprometimento do governador e da equipe da Secretaria da Saúde tem sido fundamental para assegurar que os cidadãos goianos tenham acesso a serviços de saúde de excelência. A pesquisa que resultou no ranking considerou critérios técnicos rigorosos, como acreditação hospitalar, taxa de ocupação, mortalidade e oferta de suporte intensivo, o que demonstra que a qualidade dos serviços prestados é um fator determinante para a classificação.
Nos últimos sete anos, Goiás tem se empenhado na consolidação de sua rede própria de hospitais, que atualmente conta com 25 unidades sob gestão estadual, além de seis policlínicas. O volume total de investimentos na saúde do estado durante esse período chegou a R$ 29,9 bilhões, refletindo um crescimento anual significativo do orçamento destinado à saúde. Entre 2019 e 2025, os recursos aplicados passaram de R$ 2,6 bilhões para aproximadamente R$ 5,7 bilhões, evidenciando a prioridade que o governo tem dado ao setor.
No ano passado, Goiás destinou 15,08% de suas receitas à saúde, um índice que supera o mínimo constitucional de 12%. Essa alocação de recursos é vital para a manutenção e expansão dos serviços de saúde, permitindo a criação de novas unidades e a melhoria das já existentes. A expansão da rede hospitalar não se limita apenas ao aumento do número de unidades, mas também é acompanhada pela ampliação da capacidade de atendimento, especialmente em relação às Unidades de Terapia Intensiva (UTI).
O número de leitos de UTI em Goiás aumentou de 267 para 848, um crescimento expressivo que demonstra a preocupação do estado em oferecer suporte adequado a pacientes em situações críticas. Anteriormente, a oferta de terapia intensiva era concentrada nas cidades de Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, mas agora ela se estende a 24 municípios, aumentando significativamente o alcance e a eficácia do atendimento médico em situações de emergência.
Esse esforço para melhorar a infraestrutura de saúde e expandir a rede hospitalar em Goiás é parte de uma estratégia mais ampla que visa não apenas atender à demanda existente, mas também antecipar-se a futuros desafios na área da saúde. A gestão estadual está ciente de que a saúde pública é um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento social e econômico da região, e, por isso, continua investindo na formação de equipes capacitadas e na modernização das unidades de saúde.
Além disso, a colaboração entre diferentes instituições, como o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), tem sido essencial para o aprimoramento dos serviços. Essa sinergia entre os diversos atores do sistema de saúde contribui para a troca de experiências e boas práticas, permitindo que Goiás não apenas mantenha sua posição no ranking nacional, mas também avance na busca por uma saúde pública mais eficiente e humanizada.
A expansão da rede hospitalar em Goiás, portanto, é um exemplo de como investimentos estratégicos e uma gestão comprometida podem resultar em melhorias significativas na qualidade de vida da população. Com um olhar voltado para o futuro, o estado de Goiás se prepara para enfrentar os desafios que ainda estão por vir, sempre buscando garantir a saúde e bem-estar de seus cidadãos.
Fonte: https://acordadf.com.br

















