ações em foco: banco master, azul, azzas, marcopolo e outros destaques

O mercado financeiro desta terça-feira (18) acompanha de perto diversos eventos corporativos, incluindo a distribuição de dividendos por empresas como Azzas 2154 e Marcopolo. Paralelamente, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) investiga executivos da Azul por suposta divulgação de projeções financeiras em entrevista.

Um dos acontecimentos mais notórios é a decretação da liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central, medida que desencadeou a prisão do dono da instituição pela Polícia Federal.

Em contrapartida, a XP Inc. reportou um lucro líquido ajustado recorde de R$ 1,33 bilhão no terceiro trimestre de 2025, representando um aumento de 12% em relação ao ano anterior. O lucro por ação (EPS) também apresentou um avanço de 13%.

A CVM instaurou um processo sancionador contra o CEO da Azul, John Peter Rodgerson, e o CFO, Alexandre Wagner Malfitani, devido a declarações feitas em uma entrevista em agosto do ano anterior. Na ocasião, Rodgerson teria divulgado informações confidenciais, como a previsão de receita de R$ 20 bilhões para aquele ano e a estimativa de geração adicional de R$ 1 bilhão em 2025.

No âmbito de distribuição de proventos, o Conselho de Administração da Azzas 2154 aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 180 milhões, o equivalente a R$ 0,89219207032 por ação ordinária. Terão direito aos dividendos os acionistas registrados na data-base de 21 de novembro de 2025.

A Marcopolo também anunciou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor de R$ 0,09 por ação. Adicionalmente, aprovou o pagamento de dividendos à razão de R$ 0,69 por ação, com recursos provenientes do dividendo obrigatório declarado antecipadamente para o exercício de 2025 e da distribuição da integralidade da reserva para pagamento de dividendos intermediários, totalizando R$ 169,8 milhões.

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa) informou a aprovação da 20ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de até R$ 600 milhões. A Dexco, por sua vez, anunciou o resgate antecipado da totalidade das 120 mil debêntures da 2ª emissão, com vencimento original em maio de 2026.

No cenário de participações acionárias, a YDUQS comunicou que a gestora Fourth Sail Capital LP elevou sua participação na companhia, ultrapassando 5% do capital social. A Ânima Educação também recebeu um comunicado da gestora Organon Capital, que ampliou sua posição para 5,27% do capital social. A PIMCO, por outro lado, reduziu sua fatia na Oi para 29,98% do capital social.

Por fim, a Isa Energia informou o início da operação comercial do Bloco 1 do projeto Piraquê, com antecipação de 22 meses em relação ao prazo estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Fonte: www.infomoney.com.br

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