Nove em cada dez pessoas relatam ter experienciado os efeitos das mudanças climáticas em seu próprio corpo. A ciência demonstra cada vez mais que os danos ao planeta afetam diretamente os seres humanos, parte integrante desse sistema. Quando a água, o ar, as florestas e os animais sofrem, a saúde humana também é impactada.
No Brasil, as evidências são claras. As mortes por calor excessivo quadruplicaram nos últimos anos. O país enfrentou uma epidemia recorde de dengue, além de enchentes devastadoras e secas extremas, sem mencionar a fumaça das queimadas que poluiu diversas cidades.
Diante desse cenário, espera-se que a relação entre clima e saúde ganhe destaque nas políticas públicas, especialmente com a realização da COP30 no Brasil. Essa preocupação já se mostra presente na percepção da população.
Internautas compartilharam suas experiências, como Ilana Pinsky, que comentou sobre a importância do tema. John Mata relatou sofrer de crises alérgicas, dores de cabeça e tosses devido à estiagem, queimadas e alterações bruscas de temperatura. Outros usuários elogiaram a abordagem do tema, destacando a necessidade de enfrentar um assunto sensível e relevante para o planeta e a saúde de todos.
Mais de uma centena de iniciativas foram submetidas à última edição do Prêmio de Inovação Médica. Os trabalhos foram distribuídos em sete categorias, incluindo Medicina Social, Tecnologias Diagnósticas, Medicina de Precisão e Genômica, Prevenção e Promoção à Saúde, Terapias e Tratamentos Inovadores, Engajamento e Empoderamento do Paciente e IA na Transformação em Saúde e analisados por um corpo de jurados de alto reconhecimento. Os projetos vencedores atuam em diversas regiões do país, buscando mudar paradigmas e realidades. Os vídeos com os detalhes de cada projeto estão disponíveis no YouTube.
Em relação ao conteúdo de saúde nas redes sociais, vídeos curtos são assistidos por bilhões de pessoas diariamente, incluindo milhões de brasileiros. No entanto, estudos apontam que grande parte do conteúdo de saúde que circula nessas plataformas é desinformativa. Recomenda-se cautela com promessas ou alertas sobre produtos comuns, e buscar informações confiáveis em caso de dúvidas.
Fonte: saude.abril.com.br


















